Igreja do Menino de Deus
Tratamento de conservação e restauro das pinturas murais e balaustradas das galerias, e dos púlpitos em pedra dourada e talha, Sec XVIII.
Tal como a maior parte do património da Igreja, também os púlpitos datam do séc XVIII, bem como a pintura mural, participando no esquema decorativo total da Igreja. Em ambos os casos, a intenção da ornamentação é muito semelhante e como nos altares, visa imitar a pedra: alternância dos elementos de volume, entalhados e doirados com áreas de fundo lisas, de tonalidade monocromática cinza, na parte de madeira dos púlpitos, e pintura decorativa de falsas perspectivas que prolonga o efeito visual das paredes de embutidos, igualmente utilizando os tons monocromáticos cinzentos mas com adições de rosa (como o “encarnadão”1) e amarelo ocre (como o “amarelo de Negrais”). Estas pedras coloridas ilusórias são empregues de forma igual em cada uma das galerias, sendo que, uma vez que duas das galerias são cegas(nºs 8 e 4), também as janelas inexistentes foram simuladas com pintura.



